Henrique Piantino, artista visual e pintor, iniciou suas atividades artísticas quando criança, ocasião em que desenhava e pintava sob influência de sua mãe Marcia Piantino, artista plástica e professora da EBA – Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais.

A sua exposição “Mexe Comigo – Arte Interativa”, que acontece no dia 06 de junho e se estende até 06 de julho na Galeria 7, no Mercado Novo, em Belo Horizonte, é uma oportunidade oferecida por seus grandes amigos artistas Marcos Esteves, sua esposa Claudia, e Lorena Mascarenhas, em um momento de luta pela arte como modo de vida.

O artista participou de exposições no Brasil e no exterior, entre elas, no Correio central do Rio de Janeiro, Piauí, São Paulo, Passos MG, Helsinky, Liechenstein, Madri, Lisboa, Londres, Viena, Osaka no Japão e em BH MG.

Na opinião de Rogério Zola Santiago, crítico pela Indiana University USA, “Henrique Piantino é um multiartista especialista em recortes madeirados. Seus resultados referem a formatos pré-históricos como os elementos da Pedra de Ingá, de milhares de anos. O artista cria signos florais, zoomórficos e futuristas/ancestrais ao mesmo tempo. Possui maquinaria para cortar, polir, desenhar a matéria prima que resulta em agradável efeito em geral afixado sobre suporte de metal criado pelo próprio escultor, às vezes com aparência ferruginosa. Delicado, moderno, original”.

Segundo Henrique, que possui uma trajetória diversificada quanto às suas atividades profissionais, atuou por vários anos como designer de marcenaria em São Paulo. E iniciou o trabalho com madeira quando descobriu a máquina de corte serra fita e se apaixonou pelas diversas possibilidades.

 “Tudo me inspira, formas, cores, arquitetura, madeira, metal, química, entre outros. Além disso, a evolução do processo, as ideias novas que surgem e aplico no trabalho, assim posso alterar a técnica em função de alguma condição diferente de vida, processos e equipamentos.

“Atualmente estou trabalhando com madeira e aço. Meu processo é simples, manual, trabalhoso e cheio de etapas, dessa forma, oxido e envernizo o metal, recorto, pigmento a madeira, depois fixo com ímã forte para uni-los e possibilitar o movimento das peças”.

 “Esses momentos de reunião artística são relevantes oportunidades de fazer contatos e amigos. Estou ansioso para divulgar obras que possibilitam interagir movimentando e reposicionando seus elementos de composição, como um quebra cabeça, sendo que essa arte expande do autor para o observador nunca processo co-criativo”.

“Agradeço a todos que incentivaram e acreditaram em minha arte, como minha mãe Marcia e meu pai Dener, meus irmãos Cristina e Átila Leitão, Cleuter, à memória de Chrisálida Boerger, Rogério Zola Santiago, Marcos Esteves, Fátima Mirandda, meus filhos Ruben e Pedro Henrique, que me motivam a viver”, concluiu Henrique Piantino.

Por Luiza Miranda – Escritora e colunista.

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